O REI LEÃO - E O GOSTINHO DE INFÂNCIA


Me diz quem é que não teve sua infância marcada por aquela trágica história de um leãzinho chamado Simba? Aquele mesmo que teve seu pai assassinado por seu malvado irmão, que não só matou, como fez Simba sentir-se culpado por isso e simplesmente desaparecer de onde morava. Lembro-me de ter sido a primeira vez que chorei por um filme, e, mesmo que ele tenha se tornado um pouco traumatizante para uma garotinha de cinco anos, a partir desse dia eu me tornei também uma apaixonada pelo O Rei Leão.

Bom, quem é de São Paulo, provavelmente já ficou sabendo da peça que estreou dia 28 de março no Teatro Renault. A versão brasileira, com tradução musical de Gilberto Gil, é assinada por Julie Taymor, diretora que concebeu o espetáculo na Broadway. Eu fui conferir e saí de lá com um sorriso de nunca ter visto algo tão admirável. Eu poderia tentar explicar como foi as duas horas, mas me fogem as palavras para descrever tamanha lindeza. O que posso dizer a quem mora em São Paulo, é: assistem! E, além disso, separei aqui Os Cinco Motivos para quem quer assistir e ainda está naquela dúvida. Espero que gostem! =)

♥ Cinco motivos especias para assistir ao Musical: 


Primeira vez na América do Sul
Encenado em 15 países, o espetáculo foi visto por quase 65 milhões de espectadores. Porém, o Brasil será o primeiro palco do espetáculo na América do Sul. Todos os cenários, figurinos e apetrechos serão fielmente reproduzidos que nem na Broadway.
Versão brasileira: Gilberto Gil
Os fãs da trilha sonora do filme podem se decepcionar: as músicas do musical não são fieis as do longa, são versões adaptadas. Como é o caso da canção "Esta Noite o Amor Chegou" que virou aqui "Deve Haver o Amor Aqui". O cantor e compositor Gilberto Gil foi o escolhido para traduzir e adaptar as músicas da Broadway.
Um Rafiki importado
Diferente do filme, o xamã Rafiki é interpretado por uma mulher. Segundo Julie Taymor, diretora criativa, a escolha de uma mulher foi proposital, pois a história não tem uma mulher de personalidade forte. “Se a mãe de Simba fosse essa mulher, ele não teria desertado do reino para seguir aquela jornada”, afirmou. A atriz africana Phindile Mkhize é quem vai interpretar o sábio babuíno, que é o responsável pelo batismo de Simba e também por abrir os olhos do futuro rei em relação ao seu passado – vale destacar que Phindile Mkhize já fez parte da mesma produção na Broadway.
Cultura africana no palco
A diretora Julie Taymor usou de todos os recursos disponíveis para transportar a África para os palcos. Desde o Bunraku, uma tradicional técnica de manipulação de bonecos japonesas, até um design de figurinos inspirado nos hábitos africano do século XVII. Tudo isso com uma trilha sonora inspirada em cantigos de tribos africanas.
O Rei Leão de perto
O Rei Leão é o musical que mais lucrou no mundo inteiro e sempre foi parada obrigatória para quem visita a Broadway, em Nova York; ou o West End, em Londres. O espetáculo único é repleto de valores familiares, que demonstram o envolvimento de cada um de nós com as nossas raízes. A produção faz o espectador repensar o peso de cada uma das ações humanas e o efeito que elas têm sobre o ambiente. O musical é ainda um hino de respeito e amor pela natureza.
Foto meio tremida, tirada às pressas, no final do espetáculo. 

E vocês, já foram conferir ou tem vontade? Conte-me nos comentários.
♥ bisous!
                                                                                                               

                                                                                           






2 comentários

  1. Lindo demais!
    Acho que todos tiveram suas infâncias marcadas pelo Rei Leão. E olha que o filme foi lançado no ano em que nasci.

    Beijos

    http://www.modanajanela.com/

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  2. Seu blog está lindo, e já estou seguindo!
    Rei leão ♥

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